Nome original: キテラ (Kitera)
Raça: Desconhecida (Deus da Destruição)
Criação: Akira Toriyama
Planeta de origem: Universo 4 (residência divina)
Primeira aparição: Dragon Ball Super – Episódio 78 (“O Universo em Pânico! Outro Deus da Destruição aparece!”)
Quitela é o Deus da Destruição do Universo 4, um dos mais problemáticos e politicamente traiçoeiros entre todos os deuses apresentados em Dragon Ball Super. Diferente de outros Destruidores que se destacam pela força bruta ou por um senso rígido de dever, Quitela se destaca por um conjunto de características que misturam inteligência manipulativa, competitividade extrema, paranoia, orgulho ferido e um profundo desejo de se provar superior aos demais — especialmente a Beerus, com quem mantém uma rivalidade histórica e intensamente pessoal.
Fisicamente pequeno, semelhante a um rato antropomórfico, Quitela não pode ser subestimado por seu tamanho. Sua aparência enganosa reforça a ideia de que ele é perigoso de maneiras diferentes: não pela força direta, mas pela astúcia, pelo planejamento sujo e pela disposição de usar métodos moralmente duvidosos para alcançar seus objetivos. Ele é o tipo de Deus da Destruição que prefere vencer manipulando bastidores, distorcendo informações ou pressionando adversários emocionalmente, em vez de arriscar uma batalha frontal. Isso o torna um dos antagonistas políticos mais interessantes da série.
Ao longo da história do Torneio do Poder, Quitela demonstra ser um dos deuses mais ativos por trás das cortinas. Enquanto muitos universos se concentram apenas em preparar seus guerreiros, ele se dedica a estudar os adversários, provocar conflitos e manipular decisões. Em certo momento, chega a tentar influenciar diretamente Zen’oh para desqualificar o Universo 7 antes mesmo do torneio começar, usando informações distorcidas sobre Freeza. Esse tipo de atitude deixa claro seu estilo: atacar nos bastidores, sem deixar rastros diretos. Sua intensa rivalidade com Beerus motiva boa parte de suas ações — e ambas as divindades se provocam mutuamente sempre que têm chance, sugerindo um histórico longo de competições e conflitos.
No Torneio do Poder, Quitela seleciona lutadores com habilidades peculiares, apostando menos em força bruta e mais em capacidades enganosas, furtivas e psicológicas — exatamente o tipo de estratégia que reflete sua própria personalidade. O Universo 4 se torna conhecido por truques, invisibilidade, manipulação de sentidos e lutadores que tentam vencer pela surpresa. Isso mostra que a filosofia de destruição de Quitela não se baseia em poder físico absoluto, e sim em vantagem estratégica, imprevisibilidade e desgaste psicológico.
Quitela também demonstra grande habilidade em mascarar suas emoções. Apesar de muitas vezes agir de forma arrogante e provocadora, ele esconde muito bem seu medo real de ser apagado. Mesmo assim, em momentos de tensão, deixa transparecer ansiedade e desespero, principalmente quando seu universo começa a perder guerreiros. A forma como tenta manter a compostura enquanto sua confiança desmorona reforça suas camadas como personagem.
Após a derrota do Universo 4, Quitela reage com revolta e indignação, acusando o Universo 7 de trapaça — ironicamente, ele próprio era o campeão das táticas obscuras. Sua eliminação completa de cena ocorre com a tradicional explosão silenciosa de Zen’oh, mas sua relevância continua como um dos deuses mais politicamente influentes da mitologia de Dragon Ball. Caso os universos apagados retornem, Quitela certamente voltará a se opor ao Universo 7, mantendo a rivalidade com Beerus viva e ainda mais acirrada.
No geral, Quitela é um Deus da Destruição que representa a ameaça da inteligência maliciosa, da manipulação política e da astúcia acima da força física. Sua importância não está na batalha direta, mas nos conflitos ideológicos e estratégicos que introduz, tornando o Universo 4 um dos mais perigosos moralmente e psicologicamente.
Rivalidade antiga com Beerus: Entre todos os Deuses da Destruição, Quitela é o que possui a rivalidade mais profunda com Beerus. Os dois já competiram inúmeras vezes em jogos, desafios físicos, disputas de resistência e até testes bobos, e a maioria terminou empatada — o que aumenta ainda mais o ódio entre eles.
É considerado um dos Deuses mais manipuladores: Quitela não age diretamente como outros Deuses da Destruição. Ao invés disso, prefere planejar, manipular, provocar e influenciar decisões de outros universos para tentar obter vantagem. Ele representa a ameaça política entre os Deuses.
O Universo 4 é conhecido como o universo dos truques: Sob seu comando, os guerreiros escolhidos por Quitela para o Torneio do Poder focam em habilidades psicológicas, ilusões, desaparecimento e ataques inesperados. Isso reflete perfeitamente sua personalidade calculista.
Tenta sabotar o Universo 7 antes do Torneio: Ele envia informações distorcidas a Zen’oh sobre Freeza, tentando fazer com que o Universo 7 seja desqualificado antes da competição começar. É um dos poucos Deuses a tentar manipular diretamente a autoridade máxima do multiverso.
É um dos Deuses que mais sorri falsamente: Apesar de parecer confiante e até debochado, Quitela frequentemente demonstra sinais de medo, raiva e insegurança quando percebe que seus planos estão ruindo — especialmente quando seus guerreiros começam a cair no Torneio.
Dublador 🇯🇵: Masami Kikuchi
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