Se Dragon Ball Clássico foi a infância da franquia, Dragon Ball Z foi sua maturidade definitiva.
Aqui, Akira Toriyama deixou a leveza das aventuras e mergulhou em temas muito mais sérios: sacrifício, destino, família e poder além da compreensão humana.
Foi o momento em que Goku deixou de ser apenas um garoto forte para se tornar um símbolo cultural global — e o anime, um divisor de águas no gênero shonen.
Dragon Ball Z começa de forma simples: Goku, agora adulto, descobre que é um Saiyajin, membro de uma raça guerreira de outro planeta.
Essa revelação muda tudo — o tom, o ritmo e o próprio propósito da série.
De repente, a busca pelas esferas do dragão se torna algo secundário diante de batalhas pela sobrevivência do universo.
Da saga dos Saiyajins à luta contra Majin Buu, Z é uma escalada constante de emoções e poder.
Cada arco traz algo inesquecível:
A sacrifício de Goku contra Raditz;
O treinamento intenso em Namekusei;
A transformação em Super Saiyajin, um dos momentos mais icônicos da história dos animes;
O drama de Gohan e seu amadurecimento como guerreiro;
E o arco final com Majin Buu, que mistura caos, esperança e uma mensagem sobre recomeços.
É impossível assistir sem sentir que cada personagem cresceu junto com a gente.
O ponto mais incrível de Dragon Ball Z é como ele consegue ser épico sem perder o emocional.
Mesmo com deuses, planetas destruídos e raios de energia colossais, ainda há muito coração por trás de cada luta.
Goku representa o espírito puro do guerreiro — alguém que luta não por ódio, mas pelo prazer de se superar.
Vegeta é o orgulho, a raiva e a redenção em forma de personagem. Sua evolução é uma das melhores já escritas em um anime.
Gohan é a esperança — o elo entre o poder brutal e a sensibilidade humana.
Piccolo mostra o valor da mudança e da amizade.
E Freeza, Cell e Majin Buu são mais que vilões: são símbolos de fases da vida — o medo, a ambição e o caos.
Cada um deles deixou uma marca profunda, tanto na história quanto em quem assistiu.
Os filmes e OVAs de Dragon Ball Z foram uma festa à parte.
Mesmo não sendo todos canônicos, eles mantêm o espírito da série: lutas absurdamente bem coreografadas, vilões memoráveis e trilhas sonoras épicas.
Clássicos como “O Retorno de Broly”, “A Fusão de Goku e Vegeta” e “A Batalha nos Dois Mundos” ainda são lembrados com carinho pelos fãs.
Eles funcionam como cartas de amor à ação desenfreada — e provaram que Dragon Ball podia ir além da TV e conquistar o cinema.
Na minha visão, Dragon Ball Z é o coração pulsante da franquia.
Ele consolidou tudo o que o clássico construiu e elevou ao máximo o conceito de “superação”.
Não é apenas sobre lutar — é sobre acreditar que sempre existe um próximo nível, uma transformação, uma nova chance.
Talvez seja por isso que, mesmo depois de décadas, Z continua sendo referência.
Cada geração que o descobre sente o mesmo impacto que sentimos lá atrás.
E isso é o verdadeiro poder de uma obra lendária.
✍️ Opinião do Editor: Dienes Diego
📅 Publicado em: setembro de 2025
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