O conceito de Baby foi inspirado em parasitas biológicos e na ideia de “posse corporal” — algo raro na franquia até então.
É o primeiro vilão de Dragon Ball a transformar Vegeta em uma forma alternativa maligna, antes mesmo de Majin Vegeta em Z ter um papel semelhante.
Sua forma final, Super Baby Vegeta 2, é uma das mais icônicas de GT, misturando traços Saiyajins com detalhes biomecânicos Tsufurujins.
O nome “Baby” vem da forma como o Dr. Myuu o chamava durante sua criação, mas contrasta ironicamente com sua natureza sombria e vingativa.
Baby é considerado um dos inimigos mais inteligentes e estratégicos da franquia, diferente de vilões puramente destrutivos como Kid Boo ou Broly.
O arco de Baby é amplamente elogiado por fãs por resgatar elementos históricos do universo de Dragon Ball, como o massacre dos Tsufurujins no passado.
Seu poder de infecção e controle mental foi posteriormente referenciado em jogos como Dragon Ball Xenoverse 2 e Dokkan Battle, onde ele pode dominar até deuses.
A luta entre Super Saiyajin 4 Goku e Baby Vegeta é considerada uma das mais visuais e cinematográficas de GT, marcando a estreia do SSJ4 na franquia.
Mesmo após sua derrota, Baby é lembrado como o primeiro grande vilão original de GT, abrindo o caminho para arcos mais cósmicos como o dos Dragões Negros.