Androide 18

Androide 18

Nome original: 人造人間18号 (Jinzōningen Jū Hachi-Gō)
Raça: Humana modificada / Androide
Criação: Akira Toriyama
Planeta de origem: Planeta Terra
Primeira aparição em Dragon Ball GT: Episódio 41 (“O Pesadelo Recomeça”)

Resumo Completo

Em Dragon Ball GT, Androide 18 tem um papel menor em quantidade de cenas, mas imenso em impacto emocional e narrativo. Ao contrário de Dragon Ball Z, quando ela foi introduzida como vilã e posteriormente evoluiu para uma heroína integrante da família de Kuririn, em GT sua participação destaca mais sua humanidade, sua vulnerabilidade emocional e o vínculo profundo com sua família. Sua aparição na Saga Super 17 é um dos pontos mais dramáticos de toda a série, envolvendo temas como manipulação, perda e vingança.

Quando GT começa, 18 já está há muitos anos vivendo uma vida tranquila ao lado de Kuririn e da filha Marron. Ela está completamente integrada à sociedade humana e deixou para trás sua vida de luta constante, apesar de ainda possuir um poder gigantesco e um senso de combate aprimorado. A série retrata 18 como uma esposa e mãe estável, serena e madura — uma representação totalmente distante de sua fase como caçadora dos Guerreiros Z.

Sua grande participação ocorre quando o Dr. Myuu e o Dr. Gero unem forças no inferno e criam o Super Androide 17, uma fusão entre o Androide 17 do presente e o Androide 17 do inferno. Essa criação leva ao caos na Terra e coloca 18 em um dos momentos mais emocionalmente complexos da franquia. Ao encontrar-se com Super 17, ela percebe rapidamente que algo terrível acontecerá, principalmente pela ligação que ela ainda sente com seu “irmão gêmeo”, o Androide 17 original. Mesmo após tantos anos, a conexão entre eles permanece, embora agora distorcida pela influência do androide criado no inferno.

O momento mais devastador de sua participação ocorre quando Kuririn tenta impedir Super 17 de machucar sua esposa. Kuririn é brutalmente assassinado com um ataque direto no peito — cena extremamente pesada, pois acontece logo após 18 hesitar em atacar seu “irmão” e depois de ser manipulada psicologicamente. A dor que 18 sente ao presenciar a morte do marido é tão intensa que ela perde totalmente o controle emocional, sendo tomada por um misto de desespero e raiva. Essa sequência se tornou uma das cenas mais lembradas de GT justamente porque revela um lado humano e vulnerável de 18 que raramente aparece.

Movida pelo luto, Androide 18 enfrenta Super 17 com ferocidade, descontando toda sua frustração e dor. Ela parte para cima dele com ataques consecutivos, exibindo novamente sua força e rapidez, mas é claramente superada. Ainda assim, esse confronto é decisivo, pois suas ações levam à compreensão do ponto fraco do inimigo. Goku, após observar a interação entre Super 17 e 18, percebe que ele fica vulnerável quando absorve ataques de energia, especialmente quando o faz de maneira repetida e sem postura defensiva.

Durante o confronto final, 18 desempenha um papel fundamental: ela continua atacando Super 17 com rajadas de energia, exatamente para forçar o androide a absorvê-las e abrir sua guarda. Esse esforço conjunto permite que Goku carregue e dispare o Golpe do Punho do Dragão (Dragon Fist) na hora certa, destruindo o vilão definitivamente. Ou seja, mesmo sem poder competir diretamente com Super 17, ela tem participação direta na vitória.

Depois da batalha, mesmo devastada emocionalmente, 18 permanece ao lado de Goku, demonstrando força interior. Embora GT não explore profundamente seu luto, o impacto da perda de Kuririn é visível. A morte do marido é um dos momentos mais importantes e tristes da personagem em toda a franquia.

Na Saga dos Dragões Malignos, 18 aparece novamente ao lado da família e amigos, apoiando-os enquanto os Guerreiros Z enfrentam Omega Shenlong. Ainda que não tenha papel de combate principal, sua presença representa a união dos guerreiros no final da série e o encerramento de um ciclo iniciado desde Dragon Ball Z.

Em Dragon Ball GT, Androide 18 é retratada como uma personagem emocionalmente profunda, forte, resiliente e muito humana — provavelmente sua versão mais sensível e madura em toda a franquia.

Curiosidades
  • Seu visual em GT é mais simples e menos extravagante que em Z, ressaltando sua vida doméstica.

  • A morte de Kuririn é um dos momentos mais emocionantes ligados à personagem.

  • 18 ajuda diretamente Goku a derrotar Super 17 ao expor o ponto fraco do vilão.

  • Ela demonstra um amor e apego enormes pela família, contrastando com seu passado frio de andróide assassina.

  • Em GT, ela aparece bem mais humana e emocional do que em Z ou Super.

Dublador 🇯🇵: Miki Itō
Dublador 🇧🇷: Priscyla Morais

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