Quando Dragon Ball Super estreou em 2015, a missão era clara: reviver o espírito de Dragon Ball Z, modernizando o universo sem perder a essência.
Depois de quase duas décadas sem um anime contínuo, o retorno de Goku e seus amigos reacendeu o entusiasmo dos fãs no mundo inteiro.
Mas Super não é apenas uma sequência — é uma reconstrução da franquia, com novas ideias, novos deuses e uma escala de poder que vai além de tudo o que já vimos.
O início de Dragon Ball Super é uma expansão direta dos filmes A Batalha dos Deuses e O Renascimento de F.
Esses arcos estabeleceram a base do novo nível da série, apresentando Beerus, o Deus da Destruição, e o misterioso Whis, que mudaram completamente a hierarquia de poder no universo Dragon Ball.
A partir daí, a série mergulha em histórias cada vez mais ambiciosas:
O Torneio do Poder elevou o conceito de luta a uma escala cósmica, reunindo guerreiros de 12 universos em uma batalha pela existência.
O arco de Goku Black trouxe de volta o drama e o suspense, misturando filosofia, viagem no tempo e um dos vilões mais complexos da franquia.
Já o Torneio entre Universos 6 e 7 introduziu novos Saiyajins e mostrou que o legado da raça guerreira ainda estava longe de acabar.
Cada arco tem seu ritmo e estilo, mas todos reforçam uma verdade: Dragon Ball Super é sobre transcender limites — de poder, de universo e de legado.
Os personagens clássicos continuam sendo o coração da série, mas cada um segue um caminho novo:
Goku amadurece de forma sutil. Ele continua inocente e obcecado por desafios, mas agora lida com entidades divinas e responsabilidades cósmicas.
Vegeta ganha um dos melhores desenvolvimentos de toda a franquia — seu orgulho é substituído por equilíbrio e empatia, sem perder o espírito guerreiro.
Gohan, apesar de altos e baixos, mostra flashes do herói que foi.
E novas figuras como Hit, Jiren, Caulifla e Kale provaram que ainda há espaço para inovação dentro da fórmula clássica.
Mas é impossível ignorar o impacto das novas transformações: o Super Saiyajin Blue trouxe elegância e energia divina, enquanto o Ultra Instinto transformou Goku em algo quase espiritual.
Esses momentos mostraram que o anime ainda sabe entregar clímax épicos como poucos.
Os filmes derivados de Super elevaram o nível da animação e da narrativa.
Dragon Ball Super: Broly (2018) foi um marco — finalmente canonizando Broly e mostrando o passado dos Saiyajins de forma emocionante e visualmente espetacular.
Já Dragon Ball Super: Super Hero (2022) trouxe um foco diferente, centrado em Gohan e Piccolo, e usou animação em CGI com resultados surpreendentes.
Essas produções consolidaram o que Super representa: um renascimento completo, com coragem para experimentar e reverenciar o passado ao mesmo tempo.
Dragon Ball Super é o ponto em que o passado encontra o futuro.
Ele pode ter problemas de ritmo e inconsistências visuais em alguns episódios, mas também entregou alguns dos melhores momentos da história da franquia — emocionantes, intensos e cheios de simbolismo.
Mais do que um simples retorno, Super é a prova de que Dragon Ball continua vivo e evoluindo.
E enquanto os fãs esperam pelo próximo passo — seja uma nova saga, um filme ou o aguardado Dragon Ball Daima —, fica claro que o universo criado por Toriyama ainda tem muito fôlego pela frente.
✍️ Opinião do Editor: Dienes Diego
📅 Publicado em: novembro de 2025
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