Título original: Dragon Ball Z: Super Android 13!
Ano de lançamento: 11 de julho de 1992
Duração: 46 minutos
Gênero: Ação, Aventura, Ficção Científica, Artes Marciais
Direção: Kazuhito Kikuchi
Roteiro: Takao Koyama
Autor original: Akira Toriyama
“Dragon Ball Z: O Retorno dos Androides” apresenta um dos conceitos mais interessantes entre os filmes da fase Z: mesmo após a morte de Dr. Gero e a destruição de seu corpo, seu computador subterrâneo continua ativo, seguindo suas diretrizes de eliminar Goku a qualquer custo. Esse sistema autônomo desperta três androides inéditos para cumprir esse objetivo: 13, 14 e 15. Cada um deles possui características próprias e representa uma evolução tecnológica distinta, mostrando que o legado do Dr. Gero é ainda mais perigoso do que parecia durante a saga principal.
A história começa com Goku e sua família em uma cidade movimentada, aproveitando um dia comum. Porém, a tranquilidade dura pouco. Os Androides 14 e 15 aparecem repentinamente e avançam contra Goku com agressividade total. O ataque é tão súbito que Goku precisa se transformar rapidamente para proteger as pessoas ao redor. Trunks e Vegeta, que estavam próximos, percebem a ameaça e entram na luta. O início do confronto é caótico, com destruição por toda a parte da cidade e civis tentando escapar desesperadamente.
Logo depois surge o Androide 13, considerado o líder entre os três, com uma aparência mais humana, expressão fria e comportamento calculado. Ele revela que sua missão é eliminar Goku e que todos os dados necessários para isso estão gravados no supercomputador remanescente do Dr. Gero. Esse detalhe reforça como o exército Red Ribbon ainda é uma ameaça mesmo após décadas de derrotas.
Goku tenta afastar a luta da área urbana, levando os Androides para regiões isoladas. A batalha se espalha por diversos cenários até chegar ao Ártico, onde a luta se intensifica. O frio extremo não afeta os Androides, mas enfraquece os guerreiros humanos, tornando o confronto ainda mais desafiador.
Trunks enfrenta intensamente o Androide 14, enquanto Vegeta batalha contra o pequeno, mas incrivelmente resistente, Androide 15. Cada um deles demonstra capacidades únicas: 14 é poderoso e durável, enquanto 15 é rápido, técnico e mostra uma inteligência fria em batalha. As lutas individuais são violentas e mostram o quanto os Androides foram projetados para superar qualquer adversário.
Com muito esforço, Trunks consegue destruir o Androide 14, enquanto Vegeta elimina o Androide 15 com um ataque explosivo. Porém, a derrota dos dois não representa uma vitória real. O Androide 13 absorve os chips e geradores de energia de ambos os companheiros destruídos, transformando-se em Super Androide 13, uma forma colossal e muito mais poderosa.
Nessa nova forma, 13 se torna praticamente invencível, com força bruta capaz de dominar Goku, Vegeta, Trunks e Piccolo simultaneamente. Nenhum golpe parece surtir efeito e seu corpo mecânico absorve parte das energias recebidas, tornando-o ainda mais aterrorizante. A máquina demonstra não apenas poder, mas também estratégia, focando sempre em Goku como alvo primário, conforme sua programação inicial.
Percebendo que a força bruta não será suficiente, Goku decide usar uma abordagem extrema: ele começa a reunir energia para uma Genki Dama. No entanto, como Super Saiyajin, ele não pode absorver a energia da esfera. É aí que surge a virada do filme: Goku abandona temporariamente parte do controle e permite que a energia da Genki Dama entre diretamente em seu corpo, criando um estado único onde ele mistura o poder do Super Saiyajin com a força da energia espiritual universal.
Nesse momento decisivo, Goku avança contra o Super Androide 13 e desfere um ataque devastador, canalizando toda a energia acumulada. A explosão resultante destrói completamente 13, encerrando a ameaça do computador do Dr. Gero mais uma vez.
O filme termina com os Guerreiros Z recuperando o fôlego e refletindo sobre a persistência do legado científico do Dr. Gero, destacando que mesmo morto, ele continua sendo uma das maiores ameaças já enfrentadas.
É o sétimo filme da era Z e o terceiro consecutivo de 1992.
A fusão dos androides em Super Andróide 13 é uma ideia exclusiva do filme.
O design de Super Andróide 13 foi inspirado em robôs de ficção científica dos anos 80.
Marca uma das raras ocasiões em que Goku absorve o poder da própria Genki Dama.
Lançado entre a Saga dos Androides e a Saga de Cell, sem relação direta com a cronologia oficial.
O trio de androides representa diferentes estilos de luta: força bruta (13), técnica (14) e velocidade (15).
No Brasil, ficou conhecido nas locadoras e emissoras de TV como “Dragon Ball Z: O Retorno dos Androides”, tornando-se um dos filmes mais populares dos anos 90.
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